Somos seres únicos, com características genéticas e necessidades diferentes. Também respondemos aos alimentos de maneiras diferentes. O alimento que faz bem para uma pessoa pode não fazer a outra. O trigo, a aveia, a cevada, o centeio e o malte de cereais, por exemplo, são fontes de glúten, uma proteína que comumente causa reações alérgicas em um grande número de indivíduos.



Pesquisas sugerem que a ingestão de glúten por pessoas hiper-sensíveis afeta a função normal do cérebro e pode causar sintomas imunológicos e intestinais. Os sintomas mais comuns relacionados ao glúten são constipação intestinal, rinite, asma, artrite, prurido, dermatite e acne, além de alterações de humor, ansiedade, depressão e síndrome do pânico.

Quando não são imediatos, os sintomas podem se manifestar até quatro dias depois da ingestão do alimento, e muitas vezes de maneira crônica. Por isso torna-se difícil para a maioria das pessoas relacionar qual alimento ocasionou o sintoma. Daí a necessidade de observar permanentemente e, se possível, anotar em um papel como nosso corpo responde após a ingestão dos alimentos.

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