27 de julho de 2011
Criançada em casa é sinônimo de festas e muita animação, e o período de ferias é o mais esperado pelos pequenos. O momento é de muito passeio, brincadeiras e comidinhas deliciosas. Mas, agora que o mês está acabando, os pais ficam malucos para inovar em atividades e opções para os lanches. Você sabe o que preparar para surpreender essa turminha?
Veja como incentivar seu filho a comer de forma saudável.
Férias significam regras mais flexíveis, pensando nisso a consultora em Segurança Alimentar Maria Travaglini, elaborou algumas dicas para que as crianças possam desfrutar das comidinhas que eles adoram sem interferir de maneira negativa em sua saúde.
Nesta época do ano, as crianças ficam mais susceptíveis a contrair resfriados e a ingerir alimentos nada saudáveis, como as guloseimas e os salgadinhos. Travaglini alerta que os cuidados com a alimentação devem ser redobrados.
Travaglini recomenda manter os horários das refeições bem definidos e evitar que a criança substitua as refeições por fast-foods, salgadinhos ou doces. Esses devem ser consumidos com moderação.
Uma dica valiosa e simples é oferecer para criança uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes, incentivando seu consumo de forma agradável como forma de lanche nos passeios mais longos. Os nutrientes desses alimentos ajudam a manter as gripes e resfriados bem longe, e são essenciais para o crescimento.
Segundo a especialista, é fundamental manter a criança hidratada, oferecendo água, água de coco e sucos naturais. Evite os refrigerantes e sucos industrializados, pois contêm excesso de açúcar.
Na hora das refeições, Travaglini indica o consumo de carnes cozidas, assadas ou grelhadas, pois são mais saudáveis e leves.
Fonte: JC Rio Claro
clara garcia amaral fernandes
domingo 07 agosto 2011 às 8:06
Excelentes dicas em termos nutricionais.
Nunca é demais enfatizar a necessidade de incutir nas crianças hábitos alimentares saudáveis. E quanto mais cedo melhor, antes de elas se contaminarem com os maus hábitos e desenvolverem vícios alimentares que, entre outros males, dificultam, ou mesmo, inviabilizam o desenvolvimento do paladar, uma causa importante de restrição da possibilidade de variação da dieta dos pequenos que tende a se instalar para o resto da vida.
Mas há de se convir que na educação alimentar, como de resto, em tudo o que se relaciona com comportamento, não se pode usar do “faça o que eu digo mas não faça o que eu faço”.
É fundamental que a família inteira tenha um padrão alimentar saudável. A educação doméstica se faz sobretudo através do exemplo. Nenhum discurso convencerá a uma criança de que uma fruta ao natural é melhor do que um sorvete. E o que é pior, e não é um comportamento incomum, a criança consentir em aceitar esse ou aquele alimento em troca de uma recompensa. Exemplo: “Coma seu almocinho que depois mamãe deixa você comer um chocolate ou lhe compra um brinquedo”. Um exemplo seguro para o aprendizado de como chantagear os pais.
Ouvi, há um ano, uma de minhas netas, então com apenas seis aninhos, dizer ao escolher entre duas posibilidades de alimetos na hora de um lanche: “Vou comer uma banana que é mais saudável.”
Isso significa que ela absorve a orientação familiar em termos alimentícios. E está aprendendo precocemente a fazer escolhas acertadas neste sentido.
Mas, infelizmente, também tenho uma netinha com seis anos, que come desordenadamente, na base de alimentos inustrializados, que apresentou recentemente alteração nas taxas de colesterol. Resultado: da noite para o dia tem-se que enquadrar uma criança a um novo regime alimentar à força bruta. Uma perversidade que e impõe.
Diagnóstico do médico apontando para a mãe: “A culpa é sua”!
E de quem mais poderia ser?!!!
Um abraço.
ana
quinta-feira 10 novembro 2011 às 18:24
isso é muito interessante ajudou muito com a alimentação da minha família
admin
terça-feira 29 novembro 2011 às 18:14
Olá Ana! Que bom que gostou das dicas! O blog da Jasmine sempre publica sugestões saudáveis para a alimentação da família, fique ligada! Até logo.